segunda-feira, 16 de maio de 2011

EXIBIÇÃO NO FESTIVAL CENA ABERTA



O Cineclube Locomotivo, projeto da Estação da Cultura, marcou presença no 2º Festival Cena Aberta na Associação Cultural Tropa do Balacobaco.

No domingo, dia 15, foram exibidos uma série de filmes de animação para adultos, programa cedido pela Programadora Brasil que, através do Ministério da Cultura, distribui filmes brasileiros para os Pontos de Exibição Audiovisual de todo o país.

Com a presença de aproximadamente 50 expectadores, os filmes chamaram a atenção do público tanto pela qualidade das produções, quanto por temáticas polêmicas apresentadas de forma muito criativa.

Os atores e produtores culturais Givaldo Silva e Pedro Gilberto, abriram espaço para o Locomotivo nesse festival. Nós, que fazemos o Locomotivo, agradecemos imensamente o apoio e parabenizamos a Tropa do Balacobaco por mais um festival que proporciona à comunidade arcoverdense o acesso a bens culturais gratuitos e de qualidade.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

SEGUNDA OFICINA - LINGUAGEM AUDIOVISUAL


No segundo momento da oficina de vídeo na escola Carlos Rios, a Linguagem Audiovisual foi o aspecto explorado pelo oficineiro Raphael Malta, que iniciou a aula com uma abordagem teórica do que são os planos de câmera, enquadramentos, iluminação, equipe necessária para a produção de um filme, dentre outros assuntos que estão sistematizados no material didático.

A aula iniciou com a exibição de vídeos, produzidos em Pernambuco e Paraíba, para complementar a explanação teórica sobre Linguagem Audiovisual.

Para ampliar o conhecimento adquirido, os participantes foram divididos em dois grupos e produziram vídeos, considerando tudo o que foi visto na parte teórica da oficina.

O resultado mostrou que essa turma tem criatividade e sabe trabalhar coletivamente, apesar do pouco tempo para a produção, os vídeos ficaram bem legais.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

OFICINA DE AUDIOVISUAL - LEITURA CRÍTICA DA IMAGEM



Começou neste sábado, dia 30 de abril, a Oficina de Audiovisual oferecida pelo Pontão da Caatinga da cidade de João Pessoa, em parceria com a Estação da Cultura.

No primeiro dia, alunos e professores da escola Carlos Rios e escola Antônio Japiassu vivenciaram a leitura crítica de imagens, exercitando esse olhar através da análise de obras de arte e de vídeos apresentados pela oficineira Roberta Crispim.

No segundo dia, os participantes assistiram ao filme brasileiro O auto da compadecida para observar aspectos que antes passavam despercebidos. Após as discussões do dia anterior, ficou mais fácil realizar a leitura crítica desse conteúdo cinematográfico que fez tanto sucesso nas telas de todo o país.

As descobertas feitas por esse público de escolas estaduais foram além de uma análise superficial do filme, eles aprofundaram os comentários e se referiram a questões minuciosas presentes na produção, além disso, tiveram a consciência de que essa oficina despertou a sensibilidade para uma visão diferente do cinema.

Por fim, houve uma conversa sobre realidade regional, o que ampliou as possibilidades de temas para a produção dos vídeos, que serão o produto final dessa oficina, e terão como foco o Bioma Caatinga, a cultura e a identidade local.

No próximo fim de semana os participantes irão aprender um pouco mais sobre Linguagem Cinematográfica. A oficina está aberta a ouvintes e acontece no auditório da Escola Carlos Rios.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

PATRIMÔNIO HISTÓRICO DE ARCOVERDE: QUEM PRESERVA?



“A cidade não teve tempo de envelhecer, criar raízes tecer sua própria história através da arquitetura. Todos os seus prédios antigos nos quais residiam alguns valores simbólicos para a cultura do povo de Arcoverde, foram destruídos. Não há nesta cidade uma política de proteção aos patrimônios históricos e culturais em nível local. Trata-se de uma política de desmoronamento da história frente à resistência da memória e da cultura popular”.

Foi dessa forma que o Movimento Cultural de Arcoverde, cidade localizada no Sertão do Estado de Pernambuco, se expressou quando finalmente decidiu ocupar, no ano de 2001, o prédio da Antiga Estação Ferroviária, o qual se encontrava em total abandono.

O motivo da decisão era claro: não havia na cidade qualquer espaço físico que comportasse as crescentes produções dos artistas, que, historicamente, convivem com a indiferença do poder público municipal quando se trata do apoio à cultura.

Na década de 80, surgiu uma remota esperança, principalmente para os atores de teatro e os músicos, pois nesse período se iniciou a construção do lendário Teatro Municipal, aquele que representaria um espaço apropriado para os artistas.

Passaram-se anos, décadas, entramos no século XXI, o Teatro jamais fora inaugurado e hoje sofre as ações do tempo que, aos poucos, o leva ao seu estado inicial de ser apenas entulhos, fruto da demolição de outro patrimônio histórico que existiu no mesmo terreno.

Todos os prédios que simbolizaram a história do povo arcoverdense estão sendo pouco a pouco eliminados, os espaços que reavivavam a memória da população, que provocavam um saudosismo nos mais velhos e uma curiosidade nos mais novos, já não existem mais ou estão em condições precárias.

Exemplo disso são os famosos cinemas que abrigaram um público de toda a região. O Cinema Rio Branco, que ainda resistiu por muito tempo funcionando precariamente, está fechado; o Cine Bandeirante, que passou por diversas facetas, tornando-se até mesmo um “minúsculo” shopping, também está abandonado; o Cine Las Vegas, que tanto emocionou pessoas de todas as idades com as exibições dos filmes de Teixeirinha, já foi praticamente esquecido, e a parte que ainda resta da Casa da Revista, prédio histórico onde existia um comércio de livros, revistas e discos de vinil, atualmente serve como mural para propagandas de políticos ou bandas de pagode.

Por fim, a Antiga Estação Ferroviária, que há 10 anos funciona como Estação da Cultura, abriga parte do movimento cultural da cidade de Arcoverde, foi reconhecida pelo Ministério da Cultura como um Ponto de Cultura, comporta as sessões do Cineclube Locomotivo, o qual, apesar de não ter uma estrutura de cinema, supre a necessidade dos cinéfilos e da comunidade em geral exibindo filmes semanalmente. Esse projeto é coordenado por jovens que convivem também com o descaso, deparando-se diariamente com a depredação do patrimônio público centenário.

De quem é a responsabilidade de cuidar desses espaços? Decerto, cabe ao poder público assumir sua responsabilidade perante a sociedade, investindo e valorizando o patrimônio material e imaterial da cidade, além disso, é necessário proteger a juventude para que esta, ao invés de gastar energias tentando sustentar as paredes de um prédio histórico, preocupe-se mais com o papel que é de direito desses jovens representar: o de produtores de arte.


Raphaella Araújo

quinta-feira, 17 de março de 2011

Cinema na Cohab I

Em fevereiro, escolhemos a comunidade da Cohab I, em Arcoverde, para realizar a exibição do divertido filme "Ai que vida". As crianças registraram o evento através de fotografias e filmagem, sonhando em, um dia, aparecerem também na telona.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

A Marvada Carne e Linguaraz

No dia 29 de janeiro de 2011, o Locomotivo exibiu o filme brasileiro, do gênero comédia, A Marvada Carne.
Após a exibição, o escritor Pedro Américo de Farias realizou um recital poético e lançamento do seu novo livro Linguaraz.

sábado, 22 de janeiro de 2011

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